Divorciadas, sim! E depois?

Alguma coisa contra mulheres com filhos, sozinhas no mundo e cheias de coragem?!

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Mais uma para alimentar o blog!

(nem de propósito...)

Ora o #%&$/"* do pai da minha filha foi busca-la ao colégio com a respectiva namorada.
Contou-me uma colega de trabalho que ele não conhece, que também teve oportunidade de obervar a madrasta querida com a enteada ao colo dizendo adeus a algumas funcionárias da antiga sala).

(a minha mãe sp me disse que não andamos metidos dentro de nenhum saco... qual big brother!)

(nofinal do dia em que soube):
- Filha quem de foi buscar na 6f ao colégio?
- Não sei...
- Mão sabes?!... ora... se calhar fui eu e não me lembro...
- :) Foi o papá!
- Ah! ok., e mais quem?
- Mas tu já não sabes? (do tipo se sabes, porque é que perguntas??... A minha filha deve ter lido o Mestre João dos Santos, seguramente!)
- Não...
- O papá foi-me buscar e disse que tinha uma surpresa. A S. estava escondida no corredor e eu fui descobri-la!
- Ena! És o máximo!

Ora bem! lá terei de tecer um jocoso e maldizente comentário...
Não que eu queira, mas sou obrigada.

Que bonito!
Fazemos a filha de parva e brincamos às escondidas para não ter de levar a moça à entrada da porta da sala, evitando deste modo que as educadoras a vejam!
É duma inteligência! Nunca me passaria tal coisa pela cabeça, zzz.. zzz...
DAH! Não andamos metidos dentro dum saco! (já dizia a outra!)

Mas o mais problemático é que não me disse... nem antes, nem depois...
Se calhar esquece-se que eu tenho o poder e a guarda e posso exigir que barrem a entrada da moça no colégio!

Ai o camandro!
Mas será que esta gente não sabes estar e não se toca?!
Mas será que tenho de aturar imaturos a vida toda?!
Xiça penico!

25 Comments:

At 12:43 da manhã, Anonymous Carla said...

Sinceramente... não vejo o problema de o pai ir buscar a filha ao colégio acompanhado. Se ele levasse a mãe, a prima, ou uma colega de trabalho, já era aceitável?

 
At 10:30 da manhã, Blogger Amar Perdidamente said...

entendo que te sintas revoltada, mas pára um bocadinho para pensar... tenta abstrair-te dos sentimentos mais negativos que tenhas por ele, e responde, qual é o problema??? Se em vez de namorada do ex, fosse o teu namorado ou o teu novo companheiro??
Não é por isso que a tua filha vai gostar menos de ti e se ela até gostar da madrasta melhor, não é? Assim até sabes que ela fica bem... Quanto ao não ir à sala, se calhar foi com intenção de se expor um bocadinho menos.
Desculpa por estar a contrariar a tua opinião, sou mãe e também sou madrasta, um dos meus filhos é do meu ex-marido o outro é do meu actual marido, e tenho uma viovencia do tipo, os teus, os meus e os nossos... já tive processos em Tribunal por causa de alguem que não soube aceitar a pessoa que escolhi e perdeu, perdeu muito mesmo, no fim de que adiantou??
E porque motivo havias de barrar a entrada da senhora no colegio? Ela maltrata a tua filha? Não? Ela é uma criminosa? Pedófila, ou algo do genero??
També não?? Então que motivos tens??? Só pelo facto de que és tu que tens a guarda???

 
At 12:28 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Op's! Esta, não entendi!Podes barrar a entrada da moça, como? Porquê? e

Porque sujeitas tu a tua filha a esses questionários? Não és tu que a estas a fazer de burra, ao fazeres perguntas dessas?

E,
Porque não há-de o pai (e tu, também, como é óbvio!) de ter novo (novos, como lhe apeteça!) relacionamento?

E, ele tem que te dar conhecimento que tem novo relacionamento? Porquê?

O que te importa não é apenas e só, que a tua filha esteja bem?

Na... desta vez, não te entedo mesmo...

rosario

 
At 2:05 da tarde, Anonymous Anónimo said...

As mães divorciadas têm a tendência para crucificar as novas companheiras dos ex-maridos, como se eles não tivessem o direito de refazer a sua vida.

Parece que o pai, nos momentos que está com a filha, não pode ter vida pessoal, não pode ter namorada, amigos, etc.

Verdade é que muitas mães divorciadas tardam ou desistem de refazer a sua vida, mascaram as suas frustações de dedicação aos filhos, e como não conseguem encontrar alguem que preencha o lugar vago, qurem à força que os ex-maridos também não encontrem.

Desculpem a generalização, mas tal como a DIV estou com os nervos à flor da pele... digamos que fui barrada à entrada do colégio da minha enteada.

Beatriz Nogueira

 
At 8:26 da manhã, Blogger cumixoso said...

quem diz é quem é, nhan nhan nhan nha...! :)

 
At 10:15 da tarde, Blogger tavguinu said...

xiii,

como andas !

 
At 4:11 da tarde, Anonymous andré said...

Desculpa lá mas quem nao se toca és tu. Há muito tempo que acompanho o vosso blog e só posso dizer que estas a ser muito imatura desta vez. Pareces que estas com inveja da vida dele.
Um dia destes quando encontrares alguem tambem, esse alguem não vai poder ir contigo buscar a tua filha?
E perde lá essa mania de achares que ele faz tudo com uma intenção qualquer. A dor de cotovelo é lixada mas tens que ultrapassar isso. É muito feio arrancares informação à miuda. Tu é que estas a usa-la para saber coisas sobre a vida do pai. Eu sei que a tentação é muita mas eu seria incapaz de fazer os meus filhos de joguete só para saber coisas da mãe.
Não critiques uma moral que nao tens.
Da-te por muito feliz por a namorada do pai tratar bem a tua filha. Não sabes a sorte que tens.

Desculpa mas é a minha opinião e, a julgar por outros comentarios, não sou o unico a pensar assim.
Tens que crescer muito ainda.

Beijinhos, nao me leves a mal.

 
At 11:24 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Bem, eu não sou mesmo normal...
O meu ex-marido tem uma namorada recentemente. E eu só desejo que ela seja normal e carinhosa com a minha filha, pois vai conviver com ela!
E atenção Divorciada: o meu ex tem perfil de sociopata altamente inteligente e virtualmente impossivel de diagnosticar (um psiquiatra explicou-me a complexidade da situação), pelo que eu só rezo para que ela seja normal, para que a possa proteger dele!
Não a conheço, nem estou interessada. Não falo nem tenho necessidade disso com o meu ex... Mas a miuda não tem culpa!
Conheces a referida senhora? Pq te preocupas? Como descreveste a situação, parece-me mais birra...
Desculpa, mas é a verdade que transparece.

 
At 1:07 da tarde, Anonymous Mia said...

Olá!
Vivo uma relação estável há bastante tempo com uma pessoa que tem um filho. Gosto dele como se fosse meu, e não é por eu ser a "namorada do pai" que sou má pessoa, que trato mal a criança ou que não gosto dele. Não tem absolutamente nada a ver.
Na realidade é preciso ter muita coragem e segurança para assumir uma relação com uma pessoa que já tem um filho; e passar-mos a dar a nossa quota parte de amor e educação a uma criança que não é nossa.
Mas isto sou só eu a divagar....

 
At 3:42 da tarde, Blogger Brisa said...

Este tipo de reacção parece-me muito natural. Uma separação obriga a convivência por causa dos filhos, sem que se dê tempo para a poeira assentar. Nem a importância do bem-estar da criança consegue acalmar os acessos de ciúme, raiva, etc. No entanto, por aquilo que tenho visto, acredito que a seu tempo ambos os progenitores conseguem separar-se emocionalmente um do outro e, até, manter uma óptima relação e custódia. Neste caso, se calhar ainda não se passou tempo suficiente e esta mãe ainda está na fase da insegurança, a achar que a filha vai começar a gostar mais da "outra" do que dela. Que mãe nunca sentiu estes receios?

 
At 10:16 da manhã, Blogger variasformasdearte said...

Olá!

Passei por aqui e achei interessante o teu blog...

Parabéns!!!

O post está bem explicito e fiquei com a sensação de um “sabor amargo”, pode ser só impressão minha, mas não vejo mal nenhum na acção do pai da tua filha, desde que ele não a ensine a mentir, isso sim, já é inaceitável!

Fica bem DIV

Kiss

 
At 3:06 da tarde, Blogger Maríita said...

Cheri,
Mas porque raio é que o P. não levou a S. até à porta da sala? Tinha medo que alguém a mordesse? E que necessidade é que havia de fazer a quiducha ir bincar às escondidas num corredor? Onde é que a S. se ia esconder? Sabes a que é que isso me cheira? A inteligencia masculina. Então se ele namora com a S. (sabe Deus por quanto tempo, mas isso já são contas de outro rosário) porque raio é que não foi com ela até À porta da sala buscar a quiducha? Mais valia ter deixado a S. no carro!

Beijocas

P. S. -Não há cu que aguente os anónimos desta blogosfera.

 
At 12:00 da manhã, Blogger Maariah said...

Li o os post ( este e o seguinte) e os respectivos comentários. Resolvi comentar aqui pois no outro a "confusão" já era muita. Pois é verdade que cada um sabe de si. Pelo que tenho lido e concordando com o a Maddy comentava no outro post, imagino-te sensata como tal deves ter as tuas razões para não quereres a "moça" no colégio.

Pego neste e noutros post e costumo olhar para mim, para a minha familia e sim a minha enteada é da minha familia. Eu não vou ao colégio dela, nem tal me passou pela cabeça. Sei qual é o meu papel e isso como muitas outras coisas não é da minha responsabilidade.

Vivo com o pai dela há 3 anos e a convivência faz-me às vezes questionar até onde posso ou devo ir . O importante é bom senso de todos.

E, pelo menos nos casos que me são próximos, vejo as madrastas serem relegadas para segundos planos e os padrastos terem muitas vezes atitude de pai. Não está certo. Mãe é mãe mas pai é pai. As madrastas e padrastos (não falo de relacionamentos ocasionais) fazem parte da familia das criaças e a boa convivência entre todos ( sem necessidade de amizades, mas sim educação, respeito e compreensão de todas as partes) só fará bem a todos.

 
At 12:30 da tarde, Anonymous Anónimo said...

ola.descobri este blog,achei interessantissimo.como me vou divorciar,estou aqui para ler as opinioes.tenho uma filha e assusta-me imenso o convivio com essas fulanas,com que infelismente vamos ter de deixar os nossos filhos conviver.achei o post um tanto assim,situaçao meio mal resolvida,mas será que algum dia as saberemos resolver?força aí.

 
At 7:42 da tarde, Anonymous EU said...

Essas fulanas??? Nunca vi tanta dor de corno junta!!!

 
At 11:56 da manhã, Blogger Concinha da Mata said...

Entendo em parte porque a 1ª vez que vi a actual mulher do pai do meu filho, tive uma reacção de ciumes e revolta ao mesmo tempo. Não foram ciumes do pai! Foram ciumes de ver o meu filho sentado ao colo de uma estranha, no dia em que ele (filho) a conheceu! Hoje dou-me muito bem com ela e com o meu ex marido e ela trata muito bem o meu filho, ele gosta imenso dela. Entretanto já fui madrasta durante 3 anos, nunca tratei mal a miuda mas a relação acabou por terminar por causa dela. Não é facil cuidar de quem não é nosso e de quem não quer que cuidemos deles. Força! Tudo irá ser ultrapassado.

 
At 4:22 da tarde, Anonymous Alexandra F. said...

Até saberes o que é ter pavor de uma criança por a existência dela poder matar uma nova relação, a relação entre pai e filha ou a relação entre mãe e filha, nunca vais perceber até que ponto uma nova namorada ou namorado se sentem como completos "outsiders". Nunca vais compreender que quem realmente "manda" nessa nova relação é a criança em si. Nunca vais sentir o que é saber que não constituimos "prioridade" na vida de um novo amor, que teremos de viver esse novo amor a reboque do estado de espirito da ex-mulher ou ex-marido. Nunca vais perceber que o acto de coragem que foi essa mulher ter ido buscar a tua filha, sabendo ela perfeitamente que mais tarde ou mais cedo tu irias descobrir e inclusivamente, questionar a pequena sobre tal facto, foi algo que ela teve de pensar, discutir, analisar e avaliar até à exaustação com o pai. Quando se entra na vida de uma criança depois de um divórcio, nada é de ânimo leve. Nada. Não se brinca aos "namorados" com quem tem filhos. Encara-se uma relação desse tipo de outra forma. Com mais maturidade, com necessidade de mais certezas para que ninguém, especialmente a criança, tenha de voltar por um "divórcio". Acharem que nada disto passa pela cabeça das ditas "fulanas" é irresponsável e diz muito sobre a noção que têm para as próprias relações futuras.
Desculpem-me, mas estou mais do que farta do síndroma da mulher divorciada com filhos que se considera a única capaz de estar com os filhos. E digo mais, a maior parte dessas "fulanas" dispensa o rótulo de madrasta porque sabem que mesmo depois de anos e anos de convivência e vida em comum, permanecerá a "mulher" do pai, ou a "namorada" do pai ou simplesmente a "outra" (ou vice versa para o caso dos homens). E, desculpem-me mais uma vez, mas isso é por culpa das mães/pais que não sabem ser mães/pais e apenas sabem ser ex-mulheres/ex-maridos.
Os filhos, esses só sabem ser uma coisa: filhos dos pais que têm e que mais ninguém vai substituir nunca. Venha quem vier e com que intenções vier. Quando se percebe bem qual o papel de cada um, a vida torna-se muito mais fácil. E sim, devias dar graças por a pequena não ter logo repudiado a namorada do pai. Ou preferias que a tua filha vivésse numa angústia permanente em relação à mãe, pai e namorada do pai ou possivelmente namorado da mãe? E não, não teres ainda encontrado alguém não faz de ti melhor mãe. Faz de ti apenas uma mulher mais infeliz com necessidade de rever prioridades. Vive a TUA vida sabendo que a tua filha fará sempre parte dela. Quando "arranjares" alguém, pergunta-lhe o que acha de teres uma filha. Pergunta-lhe que medos sente em relação a ela. Pergunta-lhe. Talvez aí compreendas melhor. Não estou a defender ninguém, apenas a tentar fazer sentido disto. Cada um com a sua cruz.
Desculpa-me.
Alexandra F.

 
At 7:08 da tarde, Anonymous Melancia said...

Muito sinceramente não vejo problema de o pai ir buscar a filha ao colégio acompanhado da nova compsnheira. Se ~tiver um novo companheiro não será natural ir buscar a sua filha com ele?
sou filha de pais separados e não vejo onde está o problema... só no stress que esse tipo de reaç
oes causa nos filhos.

 
At 11:13 da tarde, Anonymous Rita said...

Sinceramente, concordo com a Carla, não vejo qualquer problema na namorada do pai ir buscar, com o pai, a filha deste ao colégio. Por muito que nos custe, temos de lidar com estas situações com maturidade, nem que seja no melhor interesse e bem estar dos nossos filhos. Evitando coloca-los entre dois lados, numa guerra de pai e mãe. Harmonia, no melhor interesse de todos. Calma, as coisas acabam por melhorar e deixamos esses sentimentos para tras.

 
At 2:19 da manhã, Anonymous Anónimo said...

O poder e a guarda?!!!
O que é exactamente isso?!
O poder de usar a vossa filha como joguete no meio da vossa guerra?
Para sua informação, aquilo a que chama "o poder e a guarda" não é nenhum poder ilimitado e, de todo, não serve para "barrar" a entrada ed ninguém em parte alguma!
Bom senso, ajudava tanto...

 
At 3:34 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Tendo a concordar com as opiniões generalizadas do pessoal.

No entanto compreendo e aceito que se calhar o ex, devia dizer aqui á divorciada que estava com alguém e ia dar esse alguém a conhecer á filhota.

Como pai que sou, era o mínimo que eu faria, e exigiria da ex. (Felizmente não preciso).

Mas não posso de forma alguma censurar o ex de prosseguir a sua vida. Mesmo que me divorciasse não considerava o celibato como opção!

 
At 12:54 da tarde, Blogger maria jakeline de lima teofilo said...

toda ex-mulher é despeitada. Ao invés de ir porcurar um novo amor, um novo trabalho, um novo rumo. Ao invés de cuidar de si mesma, ao invés de dar atenção a si mesma, fica de picuinha com a atual mulher de seu ex marido. Ridiculo....ex-mulheres se amem mais, tirem o despeito e o rancor de seu coração...procurem um marido melhor de que seu ex.

 
At 9:50 da manhã, Anonymous Anónimo said...

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At 11:14 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Sou mãe divorciada e achei de muito mau tom o pai aparecer com a namorada na festa de anos da nossa filha.
É verdade que foi num espaço público mas tinham assim tanta necessidade de se afirmarem?

 
At 10:33 da tarde, Anonymous Paulo M. said...

Totalmente de acordo contigo, Divorciada.
Nunca eu iria admitir, sabendo, que o companheiro da minha ex. fosse buscar o meu filho ao colégio. Da mesma forma como eu nunca me faria acompanhar da minha namorada para tal.
Só quem passa pelas situações e está dentro delas é que pode perceber.

 

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